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Wednesday, November 28, 2012

Ao crescer, passamos a enxergar o mundo com mais detalhes, mais camada e menos ingenuidade.
Os fatos deixam de ser preto no branco. Oito ou oitenta, aqui e agora.
A beleza das coisas muda. Perde o invólucro quimérico da perfeição e se deixa fundir com o que é tangível.
A beleza não fica mais circunscrita apenas a um ramo de flor. Ela desce para a terra, passa pelo adubo e caminha em direção à morte.
A morte da flor que a menina arranca para decidir entre o bem e o mal-me-quer.

Sabina en Fleur

Conseguiu aquilo que buscava. Passara tanto tempo querendo ser alguém que não era que, quando se deu conta daquela estranha, perdeu o ar. Quem era ela agora? Gostava do sabor de ser outrem?
Por não ser capaz de responder às próprias perguntas, pegou uma cadeira e sentou. Acomodou-se para assistir passar os frames que compunham seus dias. Impassiva. Minimalista. Sangue-frio.