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Sunday, August 31, 2008

Friday, August 29, 2008

Il y a longtemps...

Eu não sou boa em começar textos, sempre demoro a definir quais serão os detalhes, qual lógica eu vou seguir, que timbre alguém (quem?) vai ouvir em sua mente quando ler o que eu escrevi.
Hoje eu não pensei antes de abrir um bloco de notas e despejar esse punhado de palavras sem muitos porquês.
Meus dias vêm sendo ruins. Nada aconteceu para que chegassem a ser terríveis e também nada se manteve estável, para serem chamados tranquilos, serenos.
Para descrever em uma palavra: caos.
Alguém que me vê andando na rua, vê uma menina de jeans e bolsa pesada, óculos acrílicos e um certo ar de lepidez. Alguém que olha no olhos profunda e atentamente vê tempestade.

Eu não sou uma máquina, eu choro de raiva, de tristeza, de amor...
Minha alma não tem amigos, nem inimigos

Eu preciso ver, eu preciso pensar, eu preciso não falhar.
Mas erro: sem pensar, eu fecho os olhos.

Eu tenho um infinito dentro de mim.
Um Buraco negro, escuridão.

Eu não sei nada, nem terminar um texto idiota.

Cadê a felicidade?



Vitrola: Quiet - Smashing Pumpkins

Wednesday, August 27, 2008

You know those days when you get the mean gray?

Aquela sensação de impotência outra vez.
Holly certamente chamaria este, um dia red, outros - a maioria - um dia blues, eu chamo cinza.

Não saber o que fazer faz parte da realidade de 99,3% das pessoas comuns. (A estatística é minha, mas não deixa de ser confiável). Qualquer um, em algum momento já esteve entre a faca e a espada. Dilemas são cotidianos e, por vezes, até salutares. Todo ser humano precisa sentir-se livre para definir seu próprio destino.
Pois bem, o caso não é esse. O problema aqui não é decidir entre o flocos e o napolitano, entre o dia e a noite, entre o livro e o filme. O problema não é nem decidir...
O que me aflige constantemente é a passividade que me consome, a calma insana com a qual eu vejo os dias passarem sem, ao menos, tentar mudar o que virá.
E o tormento não se restringe apenas entre dizer ou não dizer, procurar ou fugir. É mais. É o medo de um futuro que eu não sei se consigo mudar.
Um círculo vicioso, é um círculo vicioso!
O passado, eu julgava sensível, porém, intocável e agora ele se escancara na minha frente.
O futuro, ele parece depender tão intensamente de mim e desse meu sangue de barata.
E o presente? Fica neste meio de campo atordoante...

Eu não consigo desatar esse laço que me prende à você.
Um turbilhão de pensamentos surge em minha mente ao mencionar seu nome, um simples indício, uma possibilidade remota de te encontrar e meu coração se agita.

Vitrola: Yellow - Coldplay