A alma andava escondendo-se lá no fundo.
Resolveu não dar mais as caras.
Estava receosa, oprimida, encabulada...
E ela, sem a presença quase que divina da alma,
andava desalmada por aí...
Tudo que pensava é: "Preciso partir. Preciso partir"
Depositava sua esperança ingênua em um incerto adeus.
Acreditava que o tal adeus desencadearia um processo de auto-descobrimento, de liberdade inestimada, de felicidade garantida...
Ah, quanta candidez!
Ela achava que sua partida traria a alma novamente à superfície.
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